Rei da Estrada 1
Rei da Estrada Page 2
Rei da Estrada Page 3
Rei da Estrada Page 4
Rei da Estrada Page 5
Rei da Estrada Page 6
Rei da Estrada Page 7
Rei da Estrada Page 8
Rei da Estrada Page 9
Rei da Estrada Page 10
Rei da Estrada Page 11
Rei da Estrada Page 12
Rei da Estrada Page 13
Rei da Estrada Page 14
Rei da Estrada Page 15
Rei da Estrada Page 16
Rei da Estrada Page 17
Rei da Estrada Page 18
Rei da Estrada Page 19
Rei da Estrada Page 20
Rei da Estrada Page 21
Rei da Estrada Page 22
Rei da Estrada Page 23
Rei da Estrada Page 24
Rei da Estrada Page 25
Rei da Estrada Page 26
Rei da Estrada Page 27
Rei da Estrada Page 28
Rei da Estrada Page 29
Rei da Estrada Page 30
Rei da Estrada Page 31 Texto: Maíra Zanutto Fotos: Henrique Lorca, Regis Heberle e Divulgação Mais capacidade de carga Uma nova carreta com capacidade para transportar até 30 pallets ou 33,5 toneladas é a nova tendência de transporte com câmaras frigorificadas na região de Santa Catarina. Chamada de “Vanderleia frigorífica”, a composição, de 15,5 metros, tem capacidade de dois ou quatro pallets a mais, o que representa um aumento na capacidade de carga de até cinco toneladas – se comparada a uma composição frigorífica convencional, de 26 ou 28 pallets. O novo implemento com eixos distanciados permite uma melhor distribuição da carga e atende aos novos limites das dimensões e pesos definidos pela resolução do Contran (Conselho Nacional de Trânsito) de 2007. A Scania possui caminhões ideais para serem atrelados a esse tipo de carreta: modelos com tração 6x2, equipados com suspensão a ar e entre-eixos de 3.100 mm de série. “Nossos últimos investimentos foram em cavalos mecânicos Scania R 440. Além de ter mais potência e torque, o espaço entre-eixos do modelo é adequado à composição”, afirma Perondi. era funcionário da Sadia e, com muito custo, comprou seu primeiro caminhãozinho. Hoje, a Favassa é uma das mais antigas do ramo em Concórdia”, conta. O empresário participou da fundação da Coopercarga, também de Concórdia, em 1990, e diversificou seu negócio, que hoje atua com carga seca em geral e produtos frigorificados, a tradição da família. Os caminhões das regiões oeste e meio- oeste de Santa Catarina fazem o transporte dos produtos resfriados e congelados para todo o Brasil. O escoamento dos produtos para exportação é feito em contêineres frigorificados pelo porto de Itajaí (SC). Boa parte da produção de frango é voltada para o mercado externo. Segundo a Abef (Associação Brasileira de Produtores e Exportadores de Frango), 94% da produção nacional é exportada, principalmente para o Oriente Médio, Ásia e União Europeia. Já a produção de carne de porco é voltada para o mercado interno – cerca de 80% da carne suína é destinada ao consumo brasileiro, de acordo com dados da Abipecs (Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína). TRABALHO MINUCIOSO - O transporte de produtos em câmaras frigoríficas requer cuidados em dobro por parte dos empresários do ramo. Para garantir a qualidade do produto que chega à mesa do consumidor final, o transporte deve estar de acordo com rigorosas normas de controle e manutenção da temperatura. Produtos congelados, por exemplo, devem ser transportados a uma temperatura ao redor de -18ºC. Já os resfriados aceitam a faixa entre 0ºC e 5ºC, conforme as especificações do fabricante. “As manutenções do www.scania.com.br caminhão e do equipamento de refrigeração têm de estar em dia, assim conseguimos entregar o produto de acordo com as exigências de qualidade do fabricante e dentro do prazo”, explica Perondi. Se um produto que necessita de refri- geração for transportado sem uma manutenção em sua temperatura e for exposto a uma grande elevação de calor – o que não é incomum em um país como o Brasil –, há riscos para a saúde por conta da proliferação de micro-organismos, que podem causar alergias, mal-estar estomacal e diarreias, entre outros males. “Nossa responsabilidade é grande”, diz Perondi. Por isso, além de ter conhecimento sobre o caminhão, o motorista também deve saber operar o equipamento que mantém o produto sob refrigeração. As carretas frigorificadas, por sua vez, são mais caras que um implemento normal, o que exige um alto investimento por parte do transportador. “Por esses motivos, é difícil encontrar caminhões com carretas frigorificadas nas estradas brasileiras. Isso é mais comum aqui no Sul”, constata Favassa. O empresário tem razão. Segundo dados da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), o Brasil possui apenas 23,6 mil caminhões frigorificados, o que representa 1,68% da frota de 1,4 milhão de caminhões em circulação. “O transporte de produtos congelados e resfriados é um trabalho melindroso e caro, mas estamos no ramo porque gostamos, é uma tradição da família”, afirma Favassa. Segundo o transportador, trabalhar nesse segmento também tem suas vantagens. “É o melhor ramo porque é tranquilo. Você não perde tempo amarrando as cargas. É só carregar e fechar as portas”, completa. As manutenções do caminhão e do equipamento de refrigeração têm de estar em dia, assim conseguimos entregar o produto de acordo com as exigências de qualidade do fabricante e dentro do prazo” Edvandro Perondi, diretor da Transportadora Perondi, de Videira No 3/2010 • SCANIA REI DA ESTRADA 31
Rei da Estrada Page 32
Rei da Estrada Page 33
Rei da Estrada Page 34
Rei da Estrada Page 35
Rei da Estrada Page 36